quinta-feira, 10 de novembro de 2011

# 16 Canção.



De uma canção distante, cantada por uma boca com uma voz comum...Que logo virou uma pequena e estranha história na qual as crianças aplaudiam.

A muito muito tempo, havia uma jovem princesinha, doce e bela ela cantava e trazia alegria por onde passava, seu irmão era tão semelhante a ela. Era uma herdeira perfeita.

Mas conforme o tempo foi passando, a princesinha foi mudando. A cada dia ela ficava mais velha e mais sabia, e a pequena princesa das águas discutiu com a rainha, seus conceitos não batiam mais, e agora ela era quase uma mulher independente.

Varias lutas entre as duas aconteceram e então ela abdicou de seu trono.

Farta decidiu fazer justiça com as próprias mãos, deu adeus ao Reino dos Mares, pois ali jamais voltaria da mesma forma que viveu, apenas agora seria uma Cavaleira, e nunca mais uma princesa...

Mesmos assim ela ainda carrega um símbolo se sua nobreza, um símbolo de sua coroa em seu pescoço.

Uma espada de um reino distante e sagrado, um escudo que dificilmente usava, e assim a Cavaleira começou sua aventura.
Por diverso lugares e reinos ela viajou, ate chegar em um lugar, aonde ela conheceu um inimigo que ela não podia derrotar.

Ele ameaçava inocentes, esmagava os oprimidos, destruía a inocência e a pureza.  

Diversas lutas, missões e aventuras a deixaram disposta a lutar que ele... E ele se chamava Destino.

E ela por fim conheceu alguém que ela não podia derrotar.

Humilhada e muito ferida, o Destino poupou sua vida dizendo as seguintes palavras.

“- Você é uma peça valiosa, com potencial e divertida, vou te deixar viver na esperança que faça o que tem que fazer”.

Um sorriso tomou o rosto do Destino enquanto a Cavaleira aos poucos perdia a consciência amaldiçoando ele baixinho.

- Mal...dito.

Derrotada de tal forma, a Cavaleira decidiu largar a espada e seu escudo, passou a vestir roupas comuns e se misturar no povo.

Com essa decisão muito tempo se passou, ela continua sua viagem, mais agora como uma moça comum.

Tomava chá todas as tardes, apesar de detestar chá, colhia flores e sorria para os rapazes, ela vivia apesar de detestar esse tipo de vida...

Ao longo de sua viagem ela ouviu falar, que ele havia tomado conta de um Reino por definitivo, e que queria sacrificar todas as donzelas dali.

Cheia de raiva e fúria a Cavaleiro rumou para lá, mesmo sabendo que ali a morte lhe esperaria.

Ao chegar ao lugar deserto, ela ouviu a voz dele gritar alto que a estaria esperando na praça ás 15h caso ela não viesse á princesa desse lugar teria a cabeça cortada no mesmo horário.

Ela apenas sorriu, e assim voltou para pegar sua espada e seu escudo para se preparar.

Há muito muito tempo, havia uma pequena princesinha, que ao crescer se tornou uma Cavaleira com ainda seu titulo de nobreza, e depois de uma derrota do Destino virou uma moça comum.

Mas quando alguém precisava de ajuda, ela sempre usava sua espada para o bem... e deixava de ser aquela moça comum.

Quando a hora finalmente chegou, ela caminhava com sua espada em mão apontada para ele enquanto uma doce princesinha de cabelos dourados chorava de medo por sua vida.

Ao encara-lo ela apenas sorriu enquanto avançava destemida ela ouviu o som da torre do relógio tocar ás 15h.

- Ah, esta na hora do chá...

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